Como leitor, vivi um pouco dos anos finais de glória do JB. Comprava-o quase todos os dias, bem de manhã. Além de informar com qualidade, o JB proporcionava uma aula de bom jornalismo aos seus leitores. Por sinal, grande parte dos meus professores de faculdade trabalhava lá, e também na rádio do mesmo grupo.
Atolada em dívidas, a publicação centenária deixou de circular, permanecendo apenas online.
Uma pena, mas nos últimos tempos não era nem a sombra daquele jornal de décadas passadas.
Falam em um novo desafio com a edição online, mas o que fica mesmo é o fracasso de uma publicação que muito representou para toda uma geração.

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